Enfim, parece estar pronta.Foram madrugadas incontáveis, quando todos dormiam, eu estava sozinha, no silêncio, viajando entra a prática e a teoria. O desejo de pesquisar sobre um tema que me chama muito atenção e que ainda é pouco discutido a fundo, a menos na minha universidade, é um tema inovador. Falar sobre os deficientes visuais e sua inclusão tecnológica foi algo muito relevante para minha vida profissional e pessoal. A sensação que tenho agora, vendo o trabalho pronto, esperando apenas o dia de ser apresentado à banca examinadora, é simplesmente fantástica, inexplicável.Gostaria de publicá-la na íntegra aqui, mas.....deixa ser aprovada. kkkk. Por enquanto, o resumo do trabalho. As considerações prometo p/ breve.Segue..............RESUMOO aumento de discussão sobre inclusão nos meios de comunicação de massa, em todos os âmbitos da educação e da saúde, parece preocupar a sociedade. Nos dias atuais, com o avanço da tecnologia e da ciência, é possível alcançar caminhos que favoreçam uma melhor qualidade de vida das pessoas que apresentem algum tipo de deficiência. As novas tecnologias trouxeram grande impacto sobre a educação desenvolvida nos dias atuais, criando novas formas de aprendizado, disseminação do conhecimento e, especialmente, novas relações entre professor e aluno. Esta pesquisa está relacionada à inclusão tecnológica para deficientes que se utilizam de softwares, especialmente os destinados aos deficientes visuais, especificamente o DOSVOX e o JAWS. O objetivo deste trabalho é fornecer noções básicas sobre os principais sistemas de acessibilidade de deficientes visuais (dv's) aos ambientes digitais virtuais atualmente utilizados em nosso país bem como suas principais características e ainda o modo de funcionamento. Procuramos apresentar uma compilação destas "próteses" as quais objetivam o acesso de dv's aos contextos educacional e social em uma abordagem mais inclusiva. Aliado a uma prática pedagógica comprometida com a formação de cidadãos, verificamos que o computador é uma poderosa ferramenta para o processo ensino-aprendizagem, contribuindo fortemente para propiciar o desenvolvimento cognitivo e sócio-afetivo das PNEEs. Contudo este recurso é apenas um mediador do processo que deve estar associado a outro mediador como, por exemplo, ao professor, aos sistemas simbólicos, entre outros que favorecerão esse desenvolvimento.segunda-feira, 6 de abril de 2009
Concluído nosso trabalho__________
Enfim, parece estar pronta.Foram madrugadas incontáveis, quando todos dormiam, eu estava sozinha, no silêncio, viajando entra a prática e a teoria. O desejo de pesquisar sobre um tema que me chama muito atenção e que ainda é pouco discutido a fundo, a menos na minha universidade, é um tema inovador. Falar sobre os deficientes visuais e sua inclusão tecnológica foi algo muito relevante para minha vida profissional e pessoal. A sensação que tenho agora, vendo o trabalho pronto, esperando apenas o dia de ser apresentado à banca examinadora, é simplesmente fantástica, inexplicável.Gostaria de publicá-la na íntegra aqui, mas.....deixa ser aprovada. kkkk. Por enquanto, o resumo do trabalho. As considerações prometo p/ breve.Segue..............RESUMOO aumento de discussão sobre inclusão nos meios de comunicação de massa, em todos os âmbitos da educação e da saúde, parece preocupar a sociedade. Nos dias atuais, com o avanço da tecnologia e da ciência, é possível alcançar caminhos que favoreçam uma melhor qualidade de vida das pessoas que apresentem algum tipo de deficiência. As novas tecnologias trouxeram grande impacto sobre a educação desenvolvida nos dias atuais, criando novas formas de aprendizado, disseminação do conhecimento e, especialmente, novas relações entre professor e aluno. Esta pesquisa está relacionada à inclusão tecnológica para deficientes que se utilizam de softwares, especialmente os destinados aos deficientes visuais, especificamente o DOSVOX e o JAWS. O objetivo deste trabalho é fornecer noções básicas sobre os principais sistemas de acessibilidade de deficientes visuais (dv's) aos ambientes digitais virtuais atualmente utilizados em nosso país bem como suas principais características e ainda o modo de funcionamento. Procuramos apresentar uma compilação destas "próteses" as quais objetivam o acesso de dv's aos contextos educacional e social em uma abordagem mais inclusiva. Aliado a uma prática pedagógica comprometida com a formação de cidadãos, verificamos que o computador é uma poderosa ferramenta para o processo ensino-aprendizagem, contribuindo fortemente para propiciar o desenvolvimento cognitivo e sócio-afetivo das PNEEs. Contudo este recurso é apenas um mediador do processo que deve estar associado a outro mediador como, por exemplo, ao professor, aos sistemas simbólicos, entre outros que favorecerão esse desenvolvimento.Donwload do DOSVOX
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
A PARAÍBA SAI NA FRENTE

“O projeto é de um alcance social fora do comum porque propicia a interatividade das pessoas cegas a um mundo digital por meio de uma ferramenta antes esquecida por esse público, que é o mouse”, avalia o presidente do Instituto dos Cegos de Campina Grande, John Queiroz de Lima.
O coordenador de Métodos e Sistemas do JORNAL DA PARAÍBA, Washington Lima, responsável pelo desenvolvimento do projeto, conta que a tecnologia do sistema foi toda elaborada na própria empresa com o objetivo de apresentar à sociedade um produto que permitisse ouvir as notícias a partir de uma tela com leitura eletrônica.
“O setor de desenvolvimento criou uma tela sintetizada que emite sons a partir do movimento do cursor, denominado módulo de leitura eletrônica. Através deste recurso, o mouse passa a ser fundamental para quem quer se atualizar via internet, mas não tem visão ou não teve oportunidade de aprender a ler”, explica Washington Lima sobre o mais novo projeto de responsabilidade social do veículo.O sistema funciona através de uma tela inteligente mapeada com letras que identificam a coluna e números que indicam a linha exata em que o cursor se encontra. Entre as vantagens oferecidas pelo serviço se destaca a acessibilidade, pois o computador do usuário não precisa de nenhum programa para começar a ler as notícias da edição digital, podendo se atualizar até mesmo de uma lan house.Para o presidente do Instituto dos Cegos da Paraíba, a inovação não vai auxiliar apenas as pessoas com a visão comprometida, abrangendo também os usuários que não dominam a exploração digital e os idosos com visão limitada que poderão aproveitar mais o uso do computador através do sintetizador de voz.
“No Brasil, apenas de deficientes visuais há cerca de 300 mil incluídos na rede pública e particular de ensino, chegando a um total de 3 milhões de pessoas cegas ou de baixa visão no país. É um público-alvo muito grande a ser almejado e esse laboratório feito aqui certamente vai se expandir país afora e despertar também em outras entidades o interesse em explorar essa ferramenta. Será uma página bastante acessada”, espera o presidente. http://www.paraiba1.com.br/noticia_aberta?id=12882
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Percebe-se que o apoio de profissionais especializados na escola vem contribuir sigificativamente neste processo de transição de enfoque metodológico, na identificação dos tipos de necessidades educativas, no planejamento e elaboração de stress e favorecendo a aprendizagem significativa para todos que fazem a escola. A inclusão precisa de parceiros dispostos a mudar de atitudes e de crenças, uma barreira intranponível e, portanto, faz-se necessário vencê-las para a efetivação da inclusão. Assim, as ações investidas na educação das crianças, jovens e adultos, precisam, antes de tudo, desenvolver esse olhar, e buscar parceiros, como colaboradores comprometidos aom o fazer, com o pensar, com o refletir às práticas pedagógicas, na organização e reorganização de ações que responda às necessidades de cada aluno. No entanto, nós como profissionais da educação, sabemos para que a educação atinja todas as pessoas de igual modo, é necessário, também, um investimento de redes relacionadas que valorizem a diferença, elevando a auto-estima, o sentimento de pertencer à família, a escola, assim como es espaços de lazer e outros diferentes momentos que possam contribuir significativamente com o processo de inclusão educacional e social.quarta-feira, 17 de setembro de 2008
A medalha de ouro é nossa___________

Nossa equipe de futebol brasileira. Nosso orgulho dentre tantas outras que brilharam nas paraolimpíadas em Pequim. O futebol para cegos, aliás, também trouxe o ouro em Atenas. Mais um orgulho em especial para nós, é que temos no elenco da equipe 5 paraibanos. O que mais queremos? O que mais precisamos? De muito, muito mais... necessitamos de um reconhecimento em todo o tempo, para toda a vida, não apenas em olimpíadas, mas na olimpíada diária, dentro de nossa sociedade, que ainda, é tão exclusiva. A cada dia damos mais um passo para a inclusão, mas ainda é muito pequeno. Não restam duvidas que muito já avançamos, mas queremos e merecemos mais. Os nossos deficientes visuais brasileiros, já mostraram por várias e repetidas vezes que são capazes de muito mais que nossas mentes exclusivas pensam. Já nos mostraram que são exemplos de superação. Aliás...... não desmerecendo o futebol masculino brasileiro de videntes, agora nas olimpíadas em Pequim (3º lugar) e o feminino (2º lugar), tivemos merecidamente, medalhas de prata e bronze no futebol para videntes. Mas temos agora, no futebol para cegos nas paraolimpíadas, o primeiríssimo lugar, somos medalha de ouro, ou seja, somos o melhor de todo o mundo. Mostramos que o país do futebol, também pode e deve ser o país da inclusão, da superação, da capacidade, do orgulho, do amor.................
Parabéns a toda a equipe e comissão técnica das paraolimpíadas, em especial a todos os esportes que tiveram seus deficientes visuais nos representando e mais especial ainda, ao futebol masculino.
Muitíssimo obrigada aos nossos paraibanos que mais uma vez honraram nossas cores e nossa luta. Vocês são verdadeiros exemplos a serem seguidos!!!
quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Um pouco da história do Instituto
Em 1952 é fundado em Campina Grande o Instituto de Proteção aos Cegos, tendo como seu fundador o advogado e professor José da Mata Bonfim. A finalidade dessa fundação era interiorizar o atendimento às pessoas cegas, beneficiando ambos os sexos, sendo para pessoas cegas ou de baixa visão, proporcionando-lhes a integração na sociedade, através de um processo educacional. Apenas no ano de 1959, o Instituto teve seu real reconhecimento, quando foi inaugurada a primeira sede, na Rua Nilo Peçanha no Bairro da Prata. No ano de 1963 o Instituto passa a ter o seu funcionamento efetivado devido a direção da casa conseguir programar o regime de internato, vinso assim, a proporcionar as pessoas com deficiência visual uma maior e melhor assistência. A instituição buscava construir uma atmosfera familiar, oferecendo a seus internos e internas, quartos com camas, refeitório, bibliotecas braille, alimentação, ensino e roupas grátis. A entidade não era vista pelo alunado apenas como um lugar para o estudo, mas também como um lugar onde poderiam se divertir e morar, já que alguns vinham de outras cidades. Em 1964, a Prefeitura Municipal de Campina Grande, doou ao Instituto um terreno localizado na Rua João Quirino, no Bairro do Catolé, para a construção da sua sede própria. Devido a sua falta de renda, a construção só teve inicio em 1968, com a ajuda financeira vinda do Governo Federal e Estadual, das campanhas oferecidas pela instituição para arrecadar fundos para a construção da nova sede. Essa nova sede ao ser construída, foi renomeada de Instituto de Educação e Assistência aos Cegos do Nordeste, sendo inaugurada em 1971. Porém, no ano de 1994, o Instituto tem suas portas fechadas depois que a Procuradoria do Patrimônio Público instaura inquérito para apurar denúncias de desvio de verbas e a venda ilegal de parte do terreno. Em 1999 se dá início a recuperação da entidade, tendo nesse momento como novo presidente Antonio Oliveira, que assumiu a responsabilidade, juntamente com os demais dezessete componentes da diretoria, formada por ex-alunos e alunas da entidade. O Instituto foi reaberto em 2000 pelo Professor Jonhon Queiroz de Oliveira, tendo como objetivo preparar o deficiente visual para sua integração na sociedade, através de um processo educacional, visando desenvolver integralmente a sua personalidade, orientando-o ao conhecimento de seus direitos e deveres. Atualmente o Instituto de Educação e Assistência aos Cegos do Nordeste, funciona no sistema integral atendendo cerca de 175 deficientes visuais, sendo estes, cegos e cegas e pessoas de baixa visão, lhes oferecendo gratuitamente serviços nas áreas de educação, saúde, assistência social, música, informática e de esportes adaptados, como também alojamento e alimentação. O atendimento escolar é realizado desde a educação infantil até o ensino fundamental, vindo a oferecer também cursos de informática, supletivo, aulas de locomoção, atividade da vida diária, música. O corpo docente é constituído por professores (as) qualificados e habilitados nas diversas áreas de atuação. Todos os (as) instrutores são especialmente treinados para o ensino especial, estes treinamentos são oferecidos pela própria entidade. O instituto tambem dispõe de um grande número de voluntários que atuam nas diversas áreas como, por exemplo, na biblioteca, que tem voluntários ledores, os quais lêem e gravam revistas, livros, apostilas para os estudantes que ainda não desenvolveram a tecnica de leitura. No processo educacional, o instituto procura educar, habilitar e dar assistência aos deficientes visuais, desenvolvendo programas como: PROGRAMA DE ORIENTAÇÃO E MOBILIDADE / PROGRAMA DE BRAILLIZAÇÃO / PROGRAMA DE ESPORTES ADAPTADOS / PROGRAMA DE MÚSICA / PROGRAMA DE INFORMÁTICA / PROGRAMA DE ATIVIDADES DIÁRIAS / PROGRAMA DE ACELERAÇÃO E PROGRAMA DE BIBLIOTERAPIA.

